O plano anestésico deve considerar o indivíduo: coração, vias aéreas, histórico, medicamentos, exames e respostas anteriores à anestesia.
A farmacogenética acrescenta informações sobre variantes que podem alterar a resposta a determinados fármacos. O catálogo da Petgenoma inclui CYP2B11, relacionado à metabolização do propofol, RYR1, associado à hipertermia maligna, e ABCB1/MDR1, relacionado à sensibilidade a certos medicamentos.
Esses exemplos não significam que todo Cavalier tenha tais variantes, nem que todas sejam frequentes ou especificamente validadas na raça. A equipe veterinária precisa avaliar a aplicabilidade do resultado, o contexto clínico e as evidências disponíveis.
Levar o relatório genético e os laudos de saúde à consulta pré-anestésica ajuda a organizar essa avaliação. Um resultado favorável não elimina o risco anestésico e não define, sozinho, medicamentos ou doses.
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